
A pequena menina corria pelos campos claros. O sol estava radiante... A paz que ela estava sentindo, jamais havia atingido a ela. Seu cabelo estava parecendo querer alçar voo. Seu vestido de um decido fino e claro, parecia brilhar.
Nesse momento ela começa a cansar... Não porque o sol esteja quente de mais, ou pelo fato de ter corrido demasiadamente. Talvez,pelo fato de estar se sentindo sozinha... Mesmo estando em tal paz que nunca havia sentido antes.
Ela cai... Ninguém para a levantar, ninguém... Somente o mesmo sol que a trazia alegria esta ali.
Mas ela teme... O sol soberano não pode imaginar o que se passa em seu coração! Que ele já não é suficiente para fazer a menina completamente feliz...
A pobre menina agora tristonha, olha para os lados... E se depara mais próxima do que nunca do rio que sempre cobiçou nadar...
Aquele rio... Aquele com que ela sempre sonhou... Ali próximo... Porém, tudo tem seu preço... Depois de pular no rio... E poder finalmente desfrutar daquelas aguas puras,cristalinas e geladas... Virá o frio... Inevitavelmente o frio que atrai mais ainda a solidão.
Provavelmente o sol não poderá aquecer a menina do mesmo modo que faria se ela estivesse seca, como se encontra agora. Mas, por que não provar um pouco daquela aguá? ... Porque,não se pode ter tudo.
A menina olha para o rio convidativo... E se ajoelha de fronte a ele.Prestes a pular nele, e correr o risco do frio futuro. Nesse momento algo estranho acontece... uma nuvem cobre o lindo sol que antes reluzia soberano ... Ela se distrai, ao olhar e ver o seu sol ameaçado,ela resolve recuar, para poder aproveitar por mais um momento o sol que ainda permanece a brilhar...
No fundo, a cabeça da menina conserva a lembrança do rio nunca tocado e de beleza sobrenatural, que esta tão perto de si....
Mas continua a apreciar o seu sol e seu calor que tanto a agrada.
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