segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Falta muito...

Por mais que eu tente todos os dias, o passado ainda me cerca.
Não consigo me desvincular do que não é mais minha realidade. As saudades me castigam,tento a todo momento simplesmente olhar ao meu redor e tentar ver que esta tudo bem.

Você que tanto tempo faz,você que eu não conheço mais... Tua volta era esperada,agora é simplesmente vista ao longe.Não agora,não para sempre.

Olhe bem para mim,depois de 1 anos as coisas mudaram mais do que poderíamos imaginar. O que era perfeito,pode-se transformar em um erro.Não tente simplesmente voltar e fingir que este ano foi um final de semana.

Há muita mais coisas entre o céu e o inferno que se pode imaginar.Não posso julgar nem me aventurar a cometer mais erros.

Amor intocavel

Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Sinto que estou perdendo o controle
Porque você não pode negar
Você mexeu com minha mente
Quando eu vejo você baby
Eu não quero deixar ir

Seu sorriso é uma linda mentira
Meu amor está morrendo por dentro

Posso corrigir todas aquelas mentiras
Mas baby, baby eu corro, mas estou correndo para você
Você não vai me ver chorar, estou escondendo dentro
Meu coração está na dor, mas estou sorrindo para você

Posso alcançar sua alma?
Pode atingir meus pensamentos?
Todas as coisas que eu preciso
Todas as coisas que você precisa
Você pode torná-las tão real.

Como um sonho onde não posso acordar.Você faz com que eu perca o controle,queria poder ser eu mesma na tua frente.Queria poder esquecer de você para ser eu mesma. Olhe para mim apenas uma vez,então verá, que tudo o que eu sinto por você é real. Sonho acordada,sofro dormindo,pois,nos meus sonhos vejo a realidade...

Para minha menininha ...

Você me acha bonita sem maquiagem
Você me acha engraçada quando eu conto uma piada errada
Eu sei que você me entende, então eu me solto
Antes de você me conhecer eu estava bem, mas
A coisa ficou pesada, você me trouxe à vida
Agora todo Fevereiro você sempre será o minha namorada

jovens para sempre
Você me faz sentir como em um sonho de adolescente
Vamos fugir e nunca olhar para trás
Apenas um toque, baby, agora eu acredito que é real
Nunca olhe para trás

A peça que faltava no meu quebra-cabeça
Eu estou completa


Vou disparar seu coração com o meu jeans apertado
Ser o seu sonho de adolescente essa noite
Deixo você colocar as mãos no meu jeans apertado
Ser o seu sonho de adolescente essa noite


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Um pouco de amor, talvez – Final

por Darla em Com Moderação

Christine, a ruiva. E um desfecho.

Leia a Parte III.


É fácil descrever Christine: alta, longos cabelos ruivos e ondulados, poucas sardas nas bochechas e no nariz, olhos castanhos. Pele branca, pernas longas e delgadas, mãos de dedos finos e compridos.

É fácil, também, defini-la: a filha do meio de um casal presumivelmente rico e feliz, com dois irmãos. Teve uma boa educação, apesar de não parar muito tempo em uma mesma escola por ser “incompreendida” pelos disciplinadores. Conviveu com jovens de mesma condição, também ricos, também felizes, também bem-cuidados. Foi sempre protegida pelos irmãos, especialmente pelo mais velho, já que o mais novo vivia mais para o videogame que para os seres humanos. Viu um pênis pela primeira vez aos quatorze anos, quando tomou banho com seu irmão mais velho. Claro que se acariciaram, mas não fizeram outras vezes porque seu irmão conhecia moças mais gostosas.

Christine encontrou o primeiro namorado, Lorenzo, pouco tempo depois, um rapaz da escola, três anos mais velho. Já imaginam o que aconteceu. Ela transou, gostou e não parou mais. Óbvio.

Os quatorze, quinze, dezesseis, dezessete e dezoito anos foram normais para uma adolescente normal, até chegar a época de decidir fazer vestibular ou não, que curso, qual universidade… Christine decidiu fazer um cursinho preparatório para o vestibular. Uma das consequências de ter estudado tudo pelas coxas. Foi onde conheceu Marianne.

A amizade veio com o tempo. Marianne olhou a ruiva e o primeiro pensamento que lhe ocorreu foi “Que delícia de mulher mimada”.Uma primeira impressão muito correta, aliás. Christine olhou a morena e pensou “Que corte de cabelo legal”. E foi basicamente isso por meses. Até descobrirem que tentariam o mesmo curso e que moravam em locais próximos. Foi bom porque podiam estudar juntas agora. Ficavam horas na biblioteca do cursinho, horas na sala de estudos do pai de Christine, horas no quarto de Anne. Estudando. Fazendo e refazendo exercícios. Todo o trabalho resultou na aprovação das duas. Os pais de Christine fizeram uma festa para comemorar, os pais de Anne foram convidados e ficou decidido que estava na hora das duas começarem e guiar suas vidas. Não precisariam trabalhar por enquanto, mas também só iriam para a casa dos pais nos finais de semana, e sem trouxas de roupa para lavar.

Encontraram um pequeno apartamento próximo ao campus e se mudaram. A convivência não foi ruim, pelo contrário, as duas se davam muito bem. Até o dia em que Marianne resolveu ceder aos seus desejos e comeu a amiga supostamente heterossexual. Agora só se falavam para combinar quem pagaria as contas do mês, quem limparia o apartamento e quem faria compras.

Lorenzo gostava de Christine. Nunca pensou seriamente em comer outra mulher. Desejo sempre aparecia quando via alguma particularmente gostosa, mas nunca chegou às vias de fato. Mas quando conheceu Marianne, só conseguia pensar em pegá-la de quatro e puxar aquele cabelinho preto e liso. Não achou ruim quando Chris contara que tinha ficado com ela, até gostou. Seria melhor ainda se pegasse as duas ao mesmo tempo. E foi o que sugeriu à namorada. No início, Chris não aceitou. Só dizia que jamais encostaria naquela sapata aproveitadora de novo. Teve sua opinião alterada quando Lorenzo insinuou que o relacionamento poderia chegar ao fim caso não “saíssem da rotina”. E Christine voltou, aos poucos, a falar com Marianne. Seduziu-a. Convenceu-a. E os três transaram. Christine porque não queria perder o namorado. Marianne, porque queria sentir a ruiva de novo. Lorenzo, porque era um filho da puta manipulador.

Christine não gostou do que fizera, se arrependeu de certa forma amargamente. Não era certo,não era o que ela queria fazer,ou que ela gostava de fazer. Ficara incomodada ao ver Lorenzo com Marianne, mas não por ele. Por ela,foi dificil de admitir isso,mas era a realidade. Então, disse a verdade para Anne, que a queria sentir todos os dias e que a machucou em muito o que fizeram, e rompeu com Lorenzo, ele aceitou facilmente o fim,afinal ele não se importava realmente com a Cristine. A amizade voltou ao normal, de certo modo,nada seria como antes. Agora era Christine quem se masturbava pensando nas chupadas que dera na amiga enquanto dava pro ex-namorado,lembrando cada momento que pode realmente sentir que Anne era sua,e que esquecia o fato de Lorenzo estar junto a elas.

Um Pouco de Amor Talvez – Parte II



por Darla em Com Moderação

Marianne

Leia a Parte I.

Marianne sempre viveu na capital. Seus pais tinham uma loja de antiguidades e conseguiam viver muito bem com as vendas. Era filha única, afinal é sempre bom se precaver nesses tempos estranhos. Estudou sempre no mesmo colégio, conviveu sempre com as mesmas pessoas, teve sempre os mesmos amigos. Sua vida começou a mudar no segundo colegial, quando conheceu Selene, uma baixinha de longos cabelos pretos e levemente acima do peso.

Selene se mudara do interior para a capital com os pais. Sua mãe resolvera virar sócia de umas amigas que tinham uma creche e seu pai recebera uma proposta de emprego numa empresa nova, mas promissora. Tornou-se amiga de Marianne no início do ano. As duas eram muito boas no basquete e passavam muito tempo juntos, mesmo depois dos treinos.

Anne, para os íntimos, ficou mais dependente de sua nova amiga do que imaginou ser possível. A toda e qualquer hora desejava vê-la, falar com ela, ouvir sua voz. Tais vontades evoluíram, claro. A toda e qualquer hora desejava tocá-la, sentir seu cheiro e seu corpo bem próximo. Percebeu bem rápido que sentia tesão por Selene, mas não demonstrou. Espera-se que as pessoas do interior não sejam muito compreensivas com assuntos tão complicados. Além disso, não conhecia sua nova amiga o suficiente para tentar adivinhar sua reação. O melhor a fazer, então, seria mesmo calar-se e omitir os sentires.

Selene, porém, não era idiota. Não demorou muito a perceber os olhares diferentes de Anne quando estavam sozinhas, apesar de não os notar quando tinham suas outras amigas perto. No início, não se incomodou nem deu a entender que notara, agia como sempre. Passado um tempo, porém, quis ver até onde o desejo de Anne a levaria. Quis testá-la, quis conhecê-la mais.

Começou com conversas sobre o assunto. Estavam fazendo pipoca para o lanche em sua casa e perguntou para Marianne se esta já tivera algum contato mais profundo com outras meninas; perguntou se conhecia alguém que já passara por isso; perguntou se Anne passaria. Anne disse “não”, “não” e “sim”. Selene então pediu um beijo. Anne beijou.

Para Anne foi bom, esquisito, mas bom. Os meninos beijavam de forma diferente, pareciam querer engoli-la. Selene não. Selene era calma, doce. Será que todas as meninas beijavam assim? Anne sentiu tesão. Muito tesão. Sentiu sua calcinha molhando quando sua amiga a puxou mais para perto. Ofegou. Respirou fundo. Controlou-se. Selene, porém, não o fez. Sentiu tesão também e foi atrás do que queria. Iria até o fim, se Marianne permitisse. E esta permitiu.

Com o pai na empresa e a mãe na creche, Selene não se preocupou com lugares. Encostou sua amiga no balcão do armário e apertou-a, tocou seu corpo onde pôde e mordeu o que encontrou ao alcance. Anne gemia timidamente com os avanços da amiga, mas não recuou.

Tocou a barriga de Selene, subiu aos seios, afastou o sutiã e apertou-os. Pareciam deliciosos, mas não teve coragem de beijá-los. Desceu a mão, foi até a bunda, até as coxas, até o sexo. Também não teve coragem de ir além. Deixou sua mão na cintura, onde era mais seguro. Excitara Selene, porém, com seus toques e sua amiga decidiu ir além pelas duas. Arrastou Anne para o sofá no cômodo ao lado e puxou-a para cima de seu corpo. Retirou as blusas das duas, o sutiã de Anne, abaixou a bermuda até os tornozelos e tirou a calça da amiga. Pôde então sentir o corpo de Anne quase por completo; suas mãos percorriam tudo que podiam, apertavam, traziam mais para perto. Moviam-se uma contra a outra com vontade de ir além, com desejo, necessidade.

Apesar de Selene ter dado o primeiro passo, foi Anne quem continou. Criou coragem, afastou a calcinha e tocou o sexo da outra. Molhou-se mais ao senti-lo também úmido. O instinto fez o resto: ela apenas penetrou. Ouviu Selene gemer, não sabia se de dor ou prazer, e continou. Beijava-a com violência, aumentava a intensidade nos movimentos com a mão e esfregava-se na coxa da amiga. Gozou rápido, sem nem ser comida. Mas não parou até sentir os espasmos na amiga que indicariam um orgasmo também.

Foi bom para ambas, exceto para a empregada de Selene, que teve de lavar a panela com milho de pipoca grudado e queimado no dia seguinte.

As duas começaram então um namoro, que não durou muito. Selene descobrira que gostava mais de homens e encontrou um namorado em pouco tempo. No final do ano, mudou de escola e Anne nunca mais a viu. A última coisa que ouvira de seu primeiro amor foi: “Não chore por mim e não me ame e você sofrerá menos”, ou algo assim.

Marianne seguiu o conselho, mas só depois de alguns bons meses, ao conhecer Karine na internet. O relacionamento também não durou muito, a outra era uma doida ciumenta e psicótica e, apesar de realmente gostar de Anne, não sabia dosar o ciúme e a vontade de controlar. Anne terminou, mas a outra nunca aceitou. Anne conheceu outras pessoas, namorou outras mulheres e outros rapazes também, claro, e Karine ainda assim não deixava-a em paz. Anne só conseguiu sossego quando Karine teve de se mudar para outro estado por causa dos pais. Foi nessa época que conheceu Christine.

Um pouco de amor, talvez – Parte I



por Darla em Com Moderação



Se souber o que é amor.
Marianne entrou no quarto que dividia com Christine e foi direto para o banheiro. Christine estava ocupada demais com Lorenzo para perceber que não estavam mais sozinhos.

Marianne viu, refletida no espelho, a imagem de uma jovem pálida com a maquiagem borrada e cabelos desgrenhados.

- Você está deplorável, Marianne. – seu reflexo lançou-lhe um olhar avaliador. – E precisa de um banho.

Voltou sorrateiramente ao quarto para pegar sua toalha. Trancou-se no banheiro e retirou as botas pretas, que destacavam suas coxas absurdamente brancas juntamente com a minissaia de couro preto. O corpete, como sempre, era o mais difícil de retirar. Desfez o laço que prendia o corpete vermelho e puxou, impaciente, os cordões. Deixou-o cair no chão, livrando os seios redondos e fartos daquela prisão. Irritou-se ao ver o roxo que ocupava parte de seu seio esquerdo.

- Maldita Karine. – praguejou – Eu ainda pedi para não me morder…

Marianne entrou no box e deixou a água morna correr por seu corpo. Lembrou-se dos recentes acontecimentos envolvendo Christine e lágrimas tomaram seus olhos.


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[ Flashback ]

- Chris? Chris, acorda. – ela acariciava a face de sua amiga. – Anda logo, Chris. Você tem que comer.

- Ahnn? – uma Chris sonolenta abriu os olhos. – Anne? Ah Anne… seja boa comigo… eu tô com sono.

- Ninguém mandou você voltar tarde. Agora LEVANTA! – a moça pálida de cabelos pretos puxou as cobertas de sua amiga ruiva.

- Você não vai mesmo me deixar dormir, né? – Chris se levantou sorrindo.

- Não. Vamos na lanchonete bem rápido e você pode voltar a dormir, se quiser.

Chris foi para o banheiro, jogando no chão sua camisola transparente. Marianne (ou Anne, para os íntimos) olhou para as costas tatuadas da ruiva e sentiu calafrios. Ver sua amiga nua era uma tentação forte demais para aguentar.

- Anne, pega a minha toalha para mim? – Chris gritou do banheiro.

- Por que você sempre tem que esquecer, Chris? Faz isso de propósito, não é?

- Anda logo que aqui tá frio, Anne!

Anne abriu a porta do banheiro e esticou a mão com a toalha. Sentiu um puxão forte no braço e viu-se dentro do banheiro, presa na parede pelo corpo molhado de Chris.

- Por que não me beija ao invés de apenas me olhar, Anne?

Anne enlaçou Chris e a puxou para um beijo violento. Sua mão encontrou o sexo molhado de Chris e seus dedos o penetraram enquanto sentia sua roupa ser retirada pelas mãos frias da ruiva. Anne a guiou até sua cama, deitando-se em cima daquele corpo que tanto desejara e finalmente seria seu.

Anne beijava e lambia cada parte do corpo de sua amiga. Mordiscava os mamilos da ruiva, deixando-se levar pelo prazer, não pensando na loucura que estava fazendo. Desejara Chris desde o primeiro momento em que a vira e não negava isso. Chris sempre a provocara, andando meio nua pelo quarto, tomando banho de porta aberta e olhando maliciosamente para Anne. A morena, porém, sempre se controlara. “Chris não gosta de garotas”, pensava. E quando viu que Chris demonstrara interesse, não pôde se controlar. No momento, só queria ter aquela ruiva estonteante para si. As consequências viriam depois.


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Elas realmente vieram, pensou Anne. E mais fortes do que imaginara.


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[ Flashback2 ]

- Não me toque, Anne! – Chris gritava – Por que você teve que ceder? Por que não pôde aguentar? Você sabia que eu não podia, Anne. Você SABIA!

- Chris… por favor Chris. – Anne tentava acalmar a ruiva. – Chris! Foi só uma vez! E… nem foi tão ruim assim!

- Não foi tão ruim assim? COMO ASSIM NÃO FOI TÃO RUIM ASSIM, MARIANNE? – Christine começou a chorar – Eu namoro, Anne! Eu AMO o Lorenzo, você sabia disso! Por que você aceitou? Por que não me impediu?

- Não tenho motivos para te impedir, Christine. Você já tem idade suficiente para saber o que faz. Eu não sou ninguém para tentar te impedir de algo.

Chris sentou-se no chão e enterrou o rosto nas mãos, chorando como uma criança que não teve um desejo atendido. O semblante de Anne era algo como… pena. Logo ela, que nunca sentira pena de ninguém.

- Se você não tem maturidade suficiente para assumir algo que fez e se arrepende, Christine… – Anne disse friamente – Então você não é a pessoa que eu pensei que fosse.

Christine lançou-lhe um olhar confuso que logo foi substituído por um outro, agora de raiva.

- Eu cometi um erro, Marianne. E ele não se repetirá.

[ /Flashback2 ]


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E desde então as duas só trocavam as palavras necessárias. Era doloroso para Marianne, mas ela era orgulhosa demais para confessar. Voltara a sair com outros rapazes. Buscava em outros rostos e outros corpos o que apenas Christine fora capaz de lhe proporcionar. Estava se enganando, sabia disso, mas era a única forma que encontrara para esquecer a ruiva. Tentar esquecer.

Anne sentia a água morna correndo por seu corpo e sentou-se no frio chão do box. As lágrimas não paravam de rolar pelo seu rosto… Anne engoliu as lágrimas ao lembrar do que sua primeira namorada disse ao vê-la chorar com o fim da relação. “Não chore por quem não te merece, Anny. Eu, definitivamente, não te mereço. Não chore por mim e não me ame tanto e você sofrerá menos.”

Selene fora cruel. Sincera, porém cruel. Cruel, mas incrivelmente maravilhosa durante o namoro. Mas Anne não deveria pensar mais nisso. Era passado…

Anne levantou-se e desligou o chuveiro. Chorar não resolveria nada. Chorar não faria Christine perceber o quanto fora preconceituosa. Chorar só a tornava mais fraca… Enrolou-se na toalha, pegou suas roupas do chão e foi para o quarto. Deitou-se na cama, nua e molhada, e não percebeu o olhar faminto que lhe foi dirigido do lado oposto do quarto.

(Continua… )

Coco Chanel ( Diva Suprema )






Coco Chanel

Gabrielle Bonheur Chanel, Saumur nasceu no dia 19 de agosto do ano de 1883 em Paris e faleceu no dia 10 de janeiro de 1971, mais conhecida como Coco Chanel, ( Isso mesmo a criadora da marca Chanel *-*) foi talvez a estilista mais importa que já existiu e uma mulher à frente do seu tempo. As suas criações até hoje ditam e influenciam a moda mundial. .


Biografia

Veio de uma família muito numerosa: tinha quatro irmãos (dois meninos e duas meninas). O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica. Tua mãe teve uma morte precoce. Devido à profissão de seu pai, Coco e as irmãs foram educadas num colégio interno,enquanto que os irmãos foram trabalhar numa quinta. Seu apelido deve-se à uma música que cantava com sua irmã.
Em 1903, com vinte anos, Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do comércio e da dança (como bailarina) e também fez tentativas no teatro, onde raramente teve grandes papéis devido à sua estatura.
Com vinte e cinco anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passou a viver.
Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco conheceu o grande amor da sua vida: um milionário inglês Arthur Capel. Capel ajudou-a a abrir a sua primeira loja de chapéus.
A loja Chanel iria tornar-se num sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Com este relacionamento, Chanel aprendeu a frequentar o meio sofisticado da Cidade Luz.Capel meses mais tarde morreu num desastre de carro.( Chanel durante sua vida teve grandes amores , porém, este foi o maior de toda a sua vida ).
Com este desgosto, Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.
No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia, então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a fez desenhar roupas com bordados do folclore russo e, para isso, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.
Sua roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo.
Além de confecções próprias, desenvolveu perfumes com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.
No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades financeiras. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.
Faleceu no Hôtel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem.
"A natureza lhe da o rosto que você tem aos 20. A vida talha o rosto que você tem aos 30.Mas depende de você merecer o rosto dos 50" (Coco Chanel)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

I want a love


Todos os dias tem o mesmo aspecto monotono....


Acordar... Trabalhar e escola....


Falta algo,falta alguém mais exactamente..... A menininhas do meu sonho cada vez mais proxima de mim.

Mas ela não é bem como eu esperava, talvez,pelo fato de eu buscar outra pessoa nela.Uma pessoa que não existe.

Hoje estou muito deprimida.. Ninguém me ama de verdade.... E quem gosta de mim eu não correspondo...

Saudades dos amores antigos.... das ilações banais,da inocência de acreditar em tudo.

As coisas mudaram, só o que não mudou é que estou sozinha, como sempre horrivelmente sem ninguém....

Querendo encontrar aquele amor,que tira o ar,que me faria viver e até hoje não apareceu... Será que ele ou ela realmente existe, e vai me encontrar ?

Ai depre dos infernos....

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Post sobre Moda

o que é vintage? (e o que é só velho?)

Como diferenciar o que é vintage do que é só antiguinho – pra saber o que tem valor, o que vale a pena guardar e o que pode ser descartado. É do Cajon DeSastre a melhor definição de vintage dos últimos tempos, direto desse post aqui:

“Para uma peça ser vintage os requisitos são os seguintes: ter pelo menos 20 anos de antiguidade, ser testemunha de um estilo próprio ou de um estilsta, não haver sofrido nenhuma transformação, representar um instante de moda e estar em perfeito estado.”



Como as pessoas são....

''Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver. Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando a mesma cena por todo o tempo. Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas. Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo. E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas."

Profundo nhé xD

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Haaaa

Estava me sentindo tão bem...

Agora estou com um vazio por dentro,talvez seja por causa das coisas que a Mayara me disse... Ou sei lá.... Saber que eu não gosto realmente de ninguém mais.

Nesses momentos odeio aquele fake maldito!
Eu amava tanto a Leticia,por mais que fossem uma mentira, era alguém a quem eu amava,por que teve que ir embora?!

Por que teve que me deixar no vazio da solidão..
Agora sou mais uma na multidão,esperando que alguém olhe para mim.

Esperando principalmente, que eu possa dizer novamente para alguém :

-Eu te amo.

O derrota hem blog.. kkk

Procuro um amor ....


Segredos
Frejat


Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...

Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...

Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...


E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...

Hum! Hum! Huuuum!...

Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...

Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...

E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...

Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...

Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...


Mesmo não sendo do Cazuza esta musica é linda .... E me lembra a mocinha ;) ( haa segred,mas ela ama o Cazuza) kkk

Feliz :D

Certas fases justificam a vida.....

Estou vivendo uma boa fase... Tudo dando certo, mas eu estou esperta,não quero botar tudo a perder....
Em casa como sempre... As vezes tudo esta perfeito,mas do dana levo uma bronca daquelas...rs
Mas jha estou acostumando com esses altos e baixos dos meus pais....

Vivo on é perfeito!!! Agora minha amizade com a Mayara esta muito mais reforçada,graças a esta promoção,falo com ela desda hora que acordamos até a hora que vamos dormir....

Menininha magica....Consegui me aproximar da menininha dos meus sonhos...Não posso postar nomes,porém saibam, ela é perfeita....
A mocinha é o sonho de qualquer menino em sã consciência,Linda, divertida, corpinho perfeito... E estilosa ainda por cima...

Ela esta me mantendo em seda... Assim eu vou apaixonar ... *-* hsuhsuhsuhs

Bjinhos mais ...
fui .....

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Cadê você....

Parecer que esta bem não é o mais dificil.... Dificil mesmo é a solidão,as horas sem o que fazer...Que demonstram como estou mal...

você só me ensinou a te querer... E te querendo vou tentanto te encontrar...

Não tem ninguem do meu para sarar as feridas causas por vc ... Ninguem, para tapar o fazio... e ninguem para eu chamar de amor....

to chorando mas por dentro...Afinal a embalagem sempre tem que aparentar boa qualidade

A hora da Estrela


A hora da Estrela

Livro de Clarice Lispector, com uma linguagem muito diferente de todos os livros que já li. A autora joga o tempo todo com nossa imaginação e paciência. Não chega a ser um livro legal, porém, não podemos desprezar o seu valor.
Desde o começo até a ultima pagina, desejamos que a personagem principal, Macabéa,mude de vida,mude de atitudes,assuma os eixos de sua vida.
Mas isto não acontece no único momento de felicidade real de sua existência, ela morre atropelada, só como sempre foi.
E a autora ainda brinca com nossos nervos, tentando passar que ela era um ninguém no mundo, e que todos terão que passar por essa fase... A Morte...

Leiam se agradou o que disse... Eu recomendo a leitura ;)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Todo mundo odeia fake...

Como diz aquele verso da musica do Nxzero... Para existir historia tem que existir verdade...
Apartir do momento que é tudo uma mentira ...Nada foi real...Somente foi um sonho...

Assim foi a Leticia... um sonho bom... A menina perfeita...Meu maior amor.. Apenas um Fake idiota....
Agora falo de boa, mas na hora que descobri...Meu mundo caiu ...Chorei e tudo ,a mais de 4 anos não chorava por ninguem....

Adeus Leticia... meu grande amor...

Mais uma historia com final... Mais um coração partido,um novo fim para um amor comum...Mais um choro sem sentido...

Será que tem alguem disposto a ser meu amor ? kkkk

Mentira...